HERMAGON - O ROMANCE CONTINUAÇÃO
rei Medrak havia conservado consigo a data da
batalha por parte do reinado das terras de Egolam, marcada por Meríades. Uma
vez que havia sido alertado por este pelo nobre cavaleiro que viera até seu
reinado. Aquele que interpelara Anelis para que o conduzisse ao Castelo Real do
rei Medrack.
Tomou então o rei as seguintes decisões:
- Relatar ao seu filho Medrack a batalha entre os dois reinados que em
breve aconteceria.
- Encarregá-lo de liderar as tropas. Reunir todos os homens do reino em
idade de guerrear. Bem como incumbiu o próprio Príncipe de liderar o cambate.
- Ademais alertou este de que providenciasse mantimentos em reserva, uma
vez que já antes de seu regresso do território de Egodam, os deuses abençoaram
as terras do reino de Hermagon com chuvas sazonais e serôdias e tiveram fartura
de colheita.
- Alertou ainda o filho que buscasse dar o melhor de si na batalha que
estava por vir pois esta seria árdua. Sem precedentes no reinado de Hermagon.
Medrak atentou a tudo que lhe fora participado pelo pai e tratou de
tomar as devidas providências.
TERCEIRA PARTE
A BATALHA
Tomada as devidas
providências por parte do príncipe Medrak de Hermagon. Na manhã cerca de menos
de quinze dias após o trágico acontecimento na celebração dos festejos em
Hermagon.
O sentinela vigia mor do castelo, avista no horizonte distante tropas
que se aproximam rumo as terras de Hermagon.
Este de imediato avisa ao rei que alerta seu filho do ataque iminente.
Antes do meio dia, quando o sol se
encontrava a pino no firmamento inicia-se o combate entre os dois reinos.
As tropas de Meríades avançam de
todos os lados. Meríades vai a dianteira no comando, logo atrás seguido por seu
sentinela guardião.
O primeiro embate se dá, do outro
lado do campo de batalha, Medrack liderava por sua vez as tropas de seu reino.
O combate foi longo, ao final do
dia as tropas se recolheram cansadas. Esgotados ambos os príncipes iniciaram no
cair da noite a contagem das baixas de guerreiros mortos em cada um dos lados do campo
de batalha. Em ambas as partes em confronto foi grande o número de mortos.
Nesta noite em Egodam, a madrasta
de Meríades desperta quase ao meio da noite assombrada com a tempestade que
despencava em trovejos dos céus. Sozinha praticamente no castelo, percorreu em
busca de verificar todas as travas e trancas das portas e janelas. O vento era
forte e assobiava pelos vãos de todas as entradas. Ela após fechar tudo,
recolheu-se em seus aposentados e amedrontada implorou pelo regresso a salvo de
seu enteado.
Na manhã seguinte deu-se início ao
segundo dia de batalha. Dia este decisivo.
Ambas as tropas se confrontaram
logo pela manhã. Antes mesmo de que houvesse qualquer interrupção de descanso.
Meríades que liderava fortemente na dianteira seus soldados. Assobia para que
seu guardião de armas solte seu falcão Astrat. Este a seu comando voa de rapina
baixeiro e acerta em cheio o príncipe Medrak em sua cabeça protegida por seu
elmo. Desequilibrado na montaria pende para o lado direito, quando de imediato
seu opositor arremeça sua lança que o atinge certeira no ombro esquerdo.
O príncipe Medrak despenca de
sua cavalaria. As tropas recuam e de imediato é acenada por parte de Hermagom a
bandeira branca do cessar batalha. Estava findo o combate, a vitória fora de
Meríades, suas tropas e do reinado de Egodam.


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