POEMA



"DIVINAL ESPERANÇA"

Ó alma despedaçada,
Que a morte o resvalar do tempo,
Calabouço teu desconhecido...


O corpo que te abriga,
Ora teme duras penas,
Que na tua própria alma permitiu guarida.


E lança transpassa,
O coração que pulsa,
Ecoa o vazio,
De tu demência nua.

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